10º ENCONTRO DO CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA
10º Encontro do Curso de Formação Continuada
29 de junho, que segunda especial
São três horas de encontro
Mas ainda não é o ideal....
Não porque queremos mais!
Somos professores, dedicados e competentes
Doamos parte de nossas vidas.
Queremos ver crescer nossas sementes...
Mesmo cansadas não desistimos
Acreditamos e seguimos em frente
Uma ajudando a outra
Somos um grupo consciente.
Conscientes da nossa responsabilidade
Do nosso real valor
Através do conhecimento
Aprendermos a nos impor.
Nossa professora é o maior exemplo
Trata-nos com respeito e admiração
Suas leituras nos encantam
Mexe com a nossa imaginação.
O texto compartilhado
Falava da bola e o fio dourado
Da importância de cada minuto
Que não pode ser desperdiçado.
Desperdício não acontece aqui!
Retornamos ao contrato didático
Tudo é bem organizado
Para que seja bastante prático.
Ah! Nosso lanche!
Que bom quando chega a hora
Todo mundo come um pouquinho
Até antes de ir embora.
Vamos ao que interessa
Um vídeo vamos assistir.
O que acontece quando lemos?
Agora, sim! Fica fácil definir.
Depois do vídeo
Todo mundo se colocou
Grandes idéias foram surgindo
Todo mundo participou.
Precisamos ter bem definido
O que é ler afinal
Não é tarefa fácil
Mas o problema é real.
Problema que precisar acabar
Pois ler é contagiante
Basta aprender a gostar
É seguir sempre à diante.
Ler e entender o que se lê
Ler com emoção
E tenho certeza que assim
Mudaremos a alfabetização
A alfabetização mecânica
Sem contato com o mundo
As crianças precisam
De algo mais profundo.
Já dizia Paulo Freire
Em seu livro “A importância do ato de ler”
“A leitura do mundo precede a leitura das palavras”
Não é difícil o que ele quis dizer.
Então, pense comigo:
È preciso ler o que realmente faz sentido
O que pode ser transformado
Só assim então, haverá aprendizado.
Caras professoras,
Precisamos estudar
Pois temos a oportunidade
De o mundo transformar.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Como ler sem saber ler - Parte 1
Caderno de registro - 9° encontro
Iniciaremos este registro chamando a atenção dos leitores para a receita que será dada. Nós alunas/professoras que já passamos pela universidade, lemos e estudamos os melhores pesquisadores e teóricos, e, ainda assim ouvimos por tantas vezes dos nossos professores universitários que não há receitas prontas a serem dadas, mas sim que iremos construir nosso próprio caderno de receita durante a nossa prática escolar, segue abaixo uma receita que dará muito certo na sua prática de sala de aula se você professor/leitor acreditar e praticar.
Obs: Ao contrario daquele quitute que só a vovó sabe fazer, e, esconde a receita num baú a sete chaves, esta é uma receita que precisa ser compartilhada.
Iniciaremos este registro chamando a atenção dos leitores para a receita que será dada. Nós alunas/professoras que já passamos pela universidade, lemos e estudamos os melhores pesquisadores e teóricos, e, ainda assim ouvimos por tantas vezes dos nossos professores universitários que não há receitas prontas a serem dadas, mas sim que iremos construir nosso próprio caderno de receita durante a nossa prática escolar, segue abaixo uma receita que dará muito certo na sua prática de sala de aula se você professor/leitor acreditar e praticar.
Obs: Ao contrario daquele quitute que só a vovó sabe fazer, e, esconde a receita num baú a sete chaves, esta é uma receita que precisa ser compartilhada.
Como ler sem saber ler
Ingredientes:
- 29 encontros;
- 1 Professora (Sônia);
- 18 Alunas;
- 1 Contrato didático;
- 1 Caderno de registro;
- Vários Textos;
- Vários Programas de vídeo;
- Rede de ideias;
- Vários lanches.
Preparo:
- Participar de todos os encontros;
- Procurar não se atrasar para que não haja interrupções durante a aula;
- Participar da construção do caderno de registro;
- Compreender o contrato didático contribuindo com a sua prática durante os encontros;
- Participar ativamente da rede de ideias procurando esclarecer dúvidas que vão surgindo no dia-a-dia da prática escolar;
- Assimilar as informações adquiridas a cada encontro para então formar o seu próprio conhecimento a respeito do ensino e aprendizagem, relacionado principalmente a aquisição do processo de escrita e leitura da criança.
Recheio:
Para que esta receita tenha sucesso é preciso antes de qualquer coisa aproveitar esse momento em que estamos tendo a oportunidade de viver neste curso, para refletir sobre o processo que o nosso aluno passa durante as nossas aulas. Nós como professores/alfabetizadores estamos aqui como alunos e como nos falou a amiga Sônia, estamos sempre sendo alfabetizados, num outro patamar, mas estamos sempre aprendendo. Então, vemos como é difícil até para nós que já temos “um certo” conhecimento do processo de ensino e aprendizagem construirmos o nosso próprio conhecimento. No nosso 9º encontro estamos na fase do curso onde aprofundamos o conhecimento sobre o processo de leitura das crianças. Então, escrevemos e lemos uma definição do que é ler, e, após várias definições elaboradas pelas alunas, vimos que “ler é muito mais do que decodificar, porém a leitura passa pela decodificação” (palavras da professora Sônia). Uma questão pertinente foi feita pela professora, não para ser respondida, mas para ser refletida por cada uma de nós. A questão foi: A criança aprende mais com a televisão ou com a escola? E, como vivemos no momento em que as crianças têm fácil acesso aos objetos tecnológicos, é uma questão que realmente precisa ser refletida antes de ser respondida.
Modo a ser servido:
Na atividade “Ler para aprender” vimos a importância de a aula estar bem planejada, e, que nesse momento o professor pense nas possibilidades de criar e recriar diferentes tipos de situações de ensino e aprendizagem. Não esquecer que a criança usa estratégias antecipatórias para fazer a leitura, assim então, proporcionar atividades com textos que elas já conheçam, será facilitador e não frustrante para criança. Sendo assim, as atividades devem ser pensadas e desenvolvidas tendo como objetivo o favorecimento à reflexão dos alunos sobre o sistema de escrita alfabética por meio da leitura. Ao professor cabe lembrar que todas as crianças que chegam à escola, seja qual for à camada social a que pertençam, viveram experiências diferentes, algumas já adquiriram formal ou informalmente competências próximas das escolares e outras possuem conhecimentos e capacidades bem diversas daquelas que lhes são exigidas na escola. Porém, nenhuma é uma folha de papel em branco em que o professor vai poder escrever seus próprios conceitos, ainda mais se forem sem embasamento teórico.
- 29 encontros;
- 1 Professora (Sônia);
- 18 Alunas;
- 1 Contrato didático;
- 1 Caderno de registro;
- Vários Textos;
- Vários Programas de vídeo;
- Rede de ideias;
- Vários lanches.
Preparo:
- Participar de todos os encontros;
- Procurar não se atrasar para que não haja interrupções durante a aula;
- Participar da construção do caderno de registro;
- Compreender o contrato didático contribuindo com a sua prática durante os encontros;
- Participar ativamente da rede de ideias procurando esclarecer dúvidas que vão surgindo no dia-a-dia da prática escolar;
- Assimilar as informações adquiridas a cada encontro para então formar o seu próprio conhecimento a respeito do ensino e aprendizagem, relacionado principalmente a aquisição do processo de escrita e leitura da criança.
Recheio:
Para que esta receita tenha sucesso é preciso antes de qualquer coisa aproveitar esse momento em que estamos tendo a oportunidade de viver neste curso, para refletir sobre o processo que o nosso aluno passa durante as nossas aulas. Nós como professores/alfabetizadores estamos aqui como alunos e como nos falou a amiga Sônia, estamos sempre sendo alfabetizados, num outro patamar, mas estamos sempre aprendendo. Então, vemos como é difícil até para nós que já temos “um certo” conhecimento do processo de ensino e aprendizagem construirmos o nosso próprio conhecimento. No nosso 9º encontro estamos na fase do curso onde aprofundamos o conhecimento sobre o processo de leitura das crianças. Então, escrevemos e lemos uma definição do que é ler, e, após várias definições elaboradas pelas alunas, vimos que “ler é muito mais do que decodificar, porém a leitura passa pela decodificação” (palavras da professora Sônia). Uma questão pertinente foi feita pela professora, não para ser respondida, mas para ser refletida por cada uma de nós. A questão foi: A criança aprende mais com a televisão ou com a escola? E, como vivemos no momento em que as crianças têm fácil acesso aos objetos tecnológicos, é uma questão que realmente precisa ser refletida antes de ser respondida.
Modo a ser servido:
Na atividade “Ler para aprender” vimos a importância de a aula estar bem planejada, e, que nesse momento o professor pense nas possibilidades de criar e recriar diferentes tipos de situações de ensino e aprendizagem. Não esquecer que a criança usa estratégias antecipatórias para fazer a leitura, assim então, proporcionar atividades com textos que elas já conheçam, será facilitador e não frustrante para criança. Sendo assim, as atividades devem ser pensadas e desenvolvidas tendo como objetivo o favorecimento à reflexão dos alunos sobre o sistema de escrita alfabética por meio da leitura. Ao professor cabe lembrar que todas as crianças que chegam à escola, seja qual for à camada social a que pertençam, viveram experiências diferentes, algumas já adquiriram formal ou informalmente competências próximas das escolares e outras possuem conhecimentos e capacidades bem diversas daquelas que lhes são exigidas na escola. Porém, nenhuma é uma folha de papel em branco em que o professor vai poder escrever seus próprios conceitos, ainda mais se forem sem embasamento teórico.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Pergunta vencendora em um congresso sobre vida sustentável
Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável."Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?" Passe adiante! Precisamos começar JÁ!
Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Caderno de Registro - 7º Encontro - 01.06.2009
7º Capítulo
Era uma vez uma professorinha muito dedicada e com um grande sonho, desenvolver novas competências profissionais nos professores que com ela trabalham.
Então de repente, ela concretiza o seu sonho e mais uma vez seu projeto de formação continuada aos professores tem início.
Como de costume, nas segundas -feiras realiza mais um encontro, chegando mais cedo que as seguidoras; organiza a sala, separa os textos, prepara o vídeo que apresentará e recebe gentilmente as colegas seguidoras.
Nesta noite, como em todas as outras, as seguidoras , como rotina, chegaram, pegaram o crachá e a pauta do dia. De repente a professorinha olha no relógio, são 18 horas.
Antes de começar os trabalhos, Sonia Cristina se propõe a trazer um delicioso bolo de cenoura para o lanche do próximo encontro, todas se alegraram; então a professorinha começa a leitura da pauta e da leitura compartilhada cujo texto foi “Criando um indivíduo para o mundo” (que por sinal já está no blog) e vale a pena reler, pois a reflexão é profunda e mostra a importância do papel do educador na formação dos jovens, o que fez todas pensarem muito no cotidiano dentro de sala de aula como professora, pois faz com que reflitam que muitas vezes a escola tem formado pessoas despreparadas para o mundo real.
Percebe-se a integração e a harmonia das seguidoras.
E por falar em reler, percebemos que esta é uma das estratégias da formação continuada. Estamos sempre relendo textos de encontros passados o que ajuda muito na compreensão dos conteúdos.
Passado o momento da leitura compartilhada ela deu a palavra para as suas seguidoras Patrícia e Cristiane, do MLB, para a leitura do Registro nº6 que fizeram com muita criatividade, em forma de diário. A professorinha demonstra alegria com a leitura do diário. Ela deve ter pensado: “minhas seguidoras estão colocando a imaginação em ação”
Ah! mas antes disso, duas seguidoras conhecidas de longa data, se entreolharam e falaram quase que na mesma hora: vamos fazer o próximo registro? O mais interessante que as duas haviam pensado escreverem no mesmo gênero; contando história.
Em certo momento da pauta foi retomado o contrato didático reforçando a necessidade da freqüência na formação, pois proporciona segurança na atuação pedagógica. Ela disse para o grupo que encaminhou e-mail para uma seguidora que estava faltando muito, enfatizando a importância da freqüência. Todas escutaram atentas.
No instante seguinte, a professorinha falou das tarefas semanais, sua importância e relembrou que as mesmas devem ser enviadas sempre por e-mail; foram sanadas algumas dúvidas em relação as hipóteses de escrita pré-silábica e comentaram o quanto o memorial mexeu com a afetividade e o emocional das seguidoras.
Mais que de repente, as seguidoras assistiram ao vídeo: Escrever para aprender, que inclusive é o tema deste encontro, opa, deste conto.
O documentário mostrou situações reais de ensino com cenas de crianças e adultos construindo a escrita. Todas puderam observar alguns itens relevantes: sempre devemos levar a criança a pensar; as atividades para alfabetizar deve fazer a criança pensar, refletir e raciocinar.
A professorinha divide a turma em grupo, por segmento e então passa a tarefa da semana.
Assim chega ao fim mais um capítulo desta história que durará muitas segundas-feiras.
"Ninguém é tão pequenoque não possa ensinar e nem tão grande que não tenha o que aprender."
Contribuição das seguidoras :
Profª Valéria Storti - Colégio Oswaldo Tognini
Psicóloga Claudia Aquino - FUNLEC
Era uma vez uma professorinha muito dedicada e com um grande sonho, desenvolver novas competências profissionais nos professores que com ela trabalham.
Então de repente, ela concretiza o seu sonho e mais uma vez seu projeto de formação continuada aos professores tem início.
Como de costume, nas segundas -feiras realiza mais um encontro, chegando mais cedo que as seguidoras; organiza a sala, separa os textos, prepara o vídeo que apresentará e recebe gentilmente as colegas seguidoras.
Nesta noite, como em todas as outras, as seguidoras , como rotina, chegaram, pegaram o crachá e a pauta do dia. De repente a professorinha olha no relógio, são 18 horas.
Antes de começar os trabalhos, Sonia Cristina se propõe a trazer um delicioso bolo de cenoura para o lanche do próximo encontro, todas se alegraram; então a professorinha começa a leitura da pauta e da leitura compartilhada cujo texto foi “Criando um indivíduo para o mundo” (que por sinal já está no blog) e vale a pena reler, pois a reflexão é profunda e mostra a importância do papel do educador na formação dos jovens, o que fez todas pensarem muito no cotidiano dentro de sala de aula como professora, pois faz com que reflitam que muitas vezes a escola tem formado pessoas despreparadas para o mundo real.
Percebe-se a integração e a harmonia das seguidoras.
E por falar em reler, percebemos que esta é uma das estratégias da formação continuada. Estamos sempre relendo textos de encontros passados o que ajuda muito na compreensão dos conteúdos.
Passado o momento da leitura compartilhada ela deu a palavra para as suas seguidoras Patrícia e Cristiane, do MLB, para a leitura do Registro nº6 que fizeram com muita criatividade, em forma de diário. A professorinha demonstra alegria com a leitura do diário. Ela deve ter pensado: “minhas seguidoras estão colocando a imaginação em ação”
Ah! mas antes disso, duas seguidoras conhecidas de longa data, se entreolharam e falaram quase que na mesma hora: vamos fazer o próximo registro? O mais interessante que as duas haviam pensado escreverem no mesmo gênero; contando história.
Em certo momento da pauta foi retomado o contrato didático reforçando a necessidade da freqüência na formação, pois proporciona segurança na atuação pedagógica. Ela disse para o grupo que encaminhou e-mail para uma seguidora que estava faltando muito, enfatizando a importância da freqüência. Todas escutaram atentas.
No instante seguinte, a professorinha falou das tarefas semanais, sua importância e relembrou que as mesmas devem ser enviadas sempre por e-mail; foram sanadas algumas dúvidas em relação as hipóteses de escrita pré-silábica e comentaram o quanto o memorial mexeu com a afetividade e o emocional das seguidoras.
Mais que de repente, as seguidoras assistiram ao vídeo: Escrever para aprender, que inclusive é o tema deste encontro, opa, deste conto.
O documentário mostrou situações reais de ensino com cenas de crianças e adultos construindo a escrita. Todas puderam observar alguns itens relevantes: sempre devemos levar a criança a pensar; as atividades para alfabetizar deve fazer a criança pensar, refletir e raciocinar.
A professorinha divide a turma em grupo, por segmento e então passa a tarefa da semana.
Assim chega ao fim mais um capítulo desta história que durará muitas segundas-feiras.
"Ninguém é tão pequenoque não possa ensinar e nem tão grande que não tenha o que aprender."
Contribuição das seguidoras :
Profª Valéria Storti - Colégio Oswaldo Tognini
Psicóloga Claudia Aquino - FUNLEC
Caderno de Registro - 4º encontro
RELATÓRIO REFERENTE AO 4º ENCONTRO
Mais uma aula se inicia e com ela grandes expectativas, pois a cada encontro trocamos e dividimos saberes.
Na aula passada nossa colega Aline leu seu registro minuciosamente e logo ouvimos a leitura compartilhada “Dias de Chuva”. Dona Sônia releu o contrato didático onde acrescentamos o item: perguntar sempre que tiver dúvidas; a seguir dividimos em grupos para listarmos questões consideradas difíceis, pois ao dar continuidade ao filme sobre a “construção da escrita” iríamos discutir e saná-las.
Ao assistir o filme observamos que a professora faz interferências, indagando os alunos. Alunos esses que ora diz que não faltam letras para ser colocada e ora percebem e controlam a quantidade de letras.
Ficou claro ao observar que Arthur, entre a leitura e a escrita tenta uma acomodação, ajustando à escrita a imagem.
Na leitura de frase, Henrique preocupa-se com quais letras e não quantas demonstrando pensativo ao se deparar com as palavras diferentes ao seu escrever.
Já Jéferson, ao ler, ajusta a fala com a escrita.
Podemos observar claramente o progresso do aluno Denis entre os meses de Abril e Junho, pois ao escrever percebe a letra que falta, utilizando o sistema alfabético, porém na ortografia ele leva um pouco mais de tempo. Concluímos que Denis entrou quase alfabético na escola e que para se alfabetizar é preciso pensar, refletir, ter erros construtivos para a construção da escrita.
Enfim, os processos de ensino e aprendizagem são processos diferentes onde devemos analisar a qualidade de nossas propostas de ensino.
Professoras: Rita de Cássia Muller e Cristiane - Colégio RSM
Mais uma aula se inicia e com ela grandes expectativas, pois a cada encontro trocamos e dividimos saberes.
Na aula passada nossa colega Aline leu seu registro minuciosamente e logo ouvimos a leitura compartilhada “Dias de Chuva”. Dona Sônia releu o contrato didático onde acrescentamos o item: perguntar sempre que tiver dúvidas; a seguir dividimos em grupos para listarmos questões consideradas difíceis, pois ao dar continuidade ao filme sobre a “construção da escrita” iríamos discutir e saná-las.
Ao assistir o filme observamos que a professora faz interferências, indagando os alunos. Alunos esses que ora diz que não faltam letras para ser colocada e ora percebem e controlam a quantidade de letras.
Ficou claro ao observar que Arthur, entre a leitura e a escrita tenta uma acomodação, ajustando à escrita a imagem.
Na leitura de frase, Henrique preocupa-se com quais letras e não quantas demonstrando pensativo ao se deparar com as palavras diferentes ao seu escrever.
Já Jéferson, ao ler, ajusta a fala com a escrita.
Podemos observar claramente o progresso do aluno Denis entre os meses de Abril e Junho, pois ao escrever percebe a letra que falta, utilizando o sistema alfabético, porém na ortografia ele leva um pouco mais de tempo. Concluímos que Denis entrou quase alfabético na escola e que para se alfabetizar é preciso pensar, refletir, ter erros construtivos para a construção da escrita.
Enfim, os processos de ensino e aprendizagem são processos diferentes onde devemos analisar a qualidade de nossas propostas de ensino.
Professoras: Rita de Cássia Muller e Cristiane - Colégio RSM
terça-feira, 9 de junho de 2009
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