Esta contribuição foi enviada pela nossa professora Patricia Nantes.
Receita de Alfabetização
Ingredientes:
1 criança de 6 anos,1 uniforme escolar, 1 sala de aula decorada, 1 cartilha. Preparo: Pegue 1 criança de 6 anos, limpe bem, lave e enxágue com cuidado. Enfie a criança dentro do uniforme e coloque-a sentadinha na sala de aula (decorada com motivos infantis). Nas oito primeiras semanas, sirva como alimentação exercícios de prontidão. Na nona semana, ponha a cartilha nas mãos da criança.Atenção:tome cuidado para que ela não se contamine com o contato de livros, jornais, revistas e outros materiais impressos.Abra bem a boca da criança e faça com que ela engula as vogais. Depois de digeridas as vogais, mande-a mastigar uma a uma as palavras da cartilha. Cada palavra deve ser mastigada no mínimo sessenta vezes. Se houver dificuldade para engolir, separe as palavras em pedacinhos.Mantenha a criança em banho-maria durante quatro meses, fazendo exercícios de cópia. Em seguida, faça com que a criança engula algumas frases inteiras. Mexa com cuidado para não embolar.Ao fim do oitavo mês, espete a criança com um palito, ou melhor, aplique uma prova de leitura e verifique se ela devolve pelo menos 70% das palavras e frases engolidas.Se isso acontecer considere a criança alfabetizada. Enrole-a num bonito papel de presente e despache-a para a série seguinte.Se isso não acontecer se a criança não devolver o que lhe foi dado para engolir, recomece a receita desde o início, isto é, volte aos exercícios de prontidão. Repita a receita quantas vezes for necessário. Se não der resultado, ao fim de três anos enrole a criança em um papel pardo e coloque um rótulo: Aluno Renitente.
Se não gostar da receita PARABÉNS.Nesse caso use a alfabetização sem receita.
Alfabetização sem Receita
Pegue uma criança de seis anos mais ou menos, no estado em que estiver, suja ou limpa, e coloque-a numa sala de aula onde existam muitas coisas escritas para olhar, manusear e examinar. Sirva jornais velhos, revistas, embalagens, anúncios publicitários, latas de óleo vazias, caixas de sabão, sacolas de supermercado, enfim, tudo o que estiver entulhando os armários de sua casa ou escola e que tenha coisas escritas.Convide a criança para brincar e ler, adivinhando o que está escrito. Você vai descobrir que ela sabe muita coisa!Converse com a criança, troque idéias sobre quem são vocês e as coisas que gostam ou não. Depois escreva no quadro algumas coisas que forem ditas e leia para ela.Peça à criança que olhe as coisas escritas que existem por aí, nas ruas, nas lojas, na televisão. Escreva algumas dessas coisas no quadro.Deixe a criança cortar letras, palavras e frases dos jornais velhos. Não esqueça de pedir para que ela limpe a sala depois, explicando que assim a escola fica limpa.Todos os dias leia em voz alta alguma coisa interessante: historinhas, poesia, notícia de jornal, anedota, letra de música, adivinhação, convite, mostre numa nota fiscal algo que você comprou, procure um nome na lista telefônica. Mostre também algumas coisas escritas que talvez a criança não conheça: dicionário, telegrama, carta, livro de receitas.Desafie a criança a pensar sobre a escrita e pense você também. Quando a criança estiver tentando escrever, deixe-a perguntar ou ajudar o colega. Aceite a escrita da criança. Não se apavore se a criança estiver comendo letras. Até hoje não houve caso de indigestão alfabética?.Invente sua própria cartilha, selecione palavras, frases e textos interessantes e que tenham a ver com a realidade da criança. Use sua capacidade de observação, sua experiência e sua imaginação para ensinar a ler. Leia e estude sempre e muito.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Tema: Ler para aprender
10º ENCONTRO DO CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA
10º Encontro do Curso de Formação Continuada
29 de junho, que segunda especial
São três horas de encontro
Mas ainda não é o ideal....
Não porque queremos mais!
Somos professores, dedicados e competentes
Doamos parte de nossas vidas.
Queremos ver crescer nossas sementes...
Mesmo cansadas não desistimos
Acreditamos e seguimos em frente
Uma ajudando a outra
Somos um grupo consciente.
Conscientes da nossa responsabilidade
Do nosso real valor
Através do conhecimento
Aprendermos a nos impor.
Nossa professora é o maior exemplo
Trata-nos com respeito e admiração
Suas leituras nos encantam
Mexe com a nossa imaginação.
O texto compartilhado
Falava da bola e o fio dourado
Da importância de cada minuto
Que não pode ser desperdiçado.
Desperdício não acontece aqui!
Retornamos ao contrato didático
Tudo é bem organizado
Para que seja bastante prático.
Ah! Nosso lanche!
Que bom quando chega a hora
Todo mundo come um pouquinho
Até antes de ir embora.
Vamos ao que interessa
Um vídeo vamos assistir.
O que acontece quando lemos?
Agora, sim! Fica fácil definir.
Depois do vídeo
Todo mundo se colocou
Grandes idéias foram surgindo
Todo mundo participou.
Precisamos ter bem definido
O que é ler afinal
Não é tarefa fácil
Mas o problema é real.
Problema que precisar acabar
Pois ler é contagiante
Basta aprender a gostar
É seguir sempre à diante.
Ler e entender o que se lê
Ler com emoção
E tenho certeza que assim
Mudaremos a alfabetização
A alfabetização mecânica
Sem contato com o mundo
As crianças precisam
De algo mais profundo.
Já dizia Paulo Freire
Em seu livro “A importância do ato de ler”
“A leitura do mundo precede a leitura das palavras”
Não é difícil o que ele quis dizer.
Então, pense comigo:
È preciso ler o que realmente faz sentido
O que pode ser transformado
Só assim então, haverá aprendizado.
Caras professoras,
Precisamos estudar
Pois temos a oportunidade
De o mundo transformar.
10º Encontro do Curso de Formação Continuada
29 de junho, que segunda especial
São três horas de encontro
Mas ainda não é o ideal....
Não porque queremos mais!
Somos professores, dedicados e competentes
Doamos parte de nossas vidas.
Queremos ver crescer nossas sementes...
Mesmo cansadas não desistimos
Acreditamos e seguimos em frente
Uma ajudando a outra
Somos um grupo consciente.
Conscientes da nossa responsabilidade
Do nosso real valor
Através do conhecimento
Aprendermos a nos impor.
Nossa professora é o maior exemplo
Trata-nos com respeito e admiração
Suas leituras nos encantam
Mexe com a nossa imaginação.
O texto compartilhado
Falava da bola e o fio dourado
Da importância de cada minuto
Que não pode ser desperdiçado.
Desperdício não acontece aqui!
Retornamos ao contrato didático
Tudo é bem organizado
Para que seja bastante prático.
Ah! Nosso lanche!
Que bom quando chega a hora
Todo mundo come um pouquinho
Até antes de ir embora.
Vamos ao que interessa
Um vídeo vamos assistir.
O que acontece quando lemos?
Agora, sim! Fica fácil definir.
Depois do vídeo
Todo mundo se colocou
Grandes idéias foram surgindo
Todo mundo participou.
Precisamos ter bem definido
O que é ler afinal
Não é tarefa fácil
Mas o problema é real.
Problema que precisar acabar
Pois ler é contagiante
Basta aprender a gostar
É seguir sempre à diante.
Ler e entender o que se lê
Ler com emoção
E tenho certeza que assim
Mudaremos a alfabetização
A alfabetização mecânica
Sem contato com o mundo
As crianças precisam
De algo mais profundo.
Já dizia Paulo Freire
Em seu livro “A importância do ato de ler”
“A leitura do mundo precede a leitura das palavras”
Não é difícil o que ele quis dizer.
Então, pense comigo:
È preciso ler o que realmente faz sentido
O que pode ser transformado
Só assim então, haverá aprendizado.
Caras professoras,
Precisamos estudar
Pois temos a oportunidade
De o mundo transformar.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Como ler sem saber ler - Parte 1
Caderno de registro - 9° encontro
Iniciaremos este registro chamando a atenção dos leitores para a receita que será dada. Nós alunas/professoras que já passamos pela universidade, lemos e estudamos os melhores pesquisadores e teóricos, e, ainda assim ouvimos por tantas vezes dos nossos professores universitários que não há receitas prontas a serem dadas, mas sim que iremos construir nosso próprio caderno de receita durante a nossa prática escolar, segue abaixo uma receita que dará muito certo na sua prática de sala de aula se você professor/leitor acreditar e praticar.
Obs: Ao contrario daquele quitute que só a vovó sabe fazer, e, esconde a receita num baú a sete chaves, esta é uma receita que precisa ser compartilhada.
Iniciaremos este registro chamando a atenção dos leitores para a receita que será dada. Nós alunas/professoras que já passamos pela universidade, lemos e estudamos os melhores pesquisadores e teóricos, e, ainda assim ouvimos por tantas vezes dos nossos professores universitários que não há receitas prontas a serem dadas, mas sim que iremos construir nosso próprio caderno de receita durante a nossa prática escolar, segue abaixo uma receita que dará muito certo na sua prática de sala de aula se você professor/leitor acreditar e praticar.
Obs: Ao contrario daquele quitute que só a vovó sabe fazer, e, esconde a receita num baú a sete chaves, esta é uma receita que precisa ser compartilhada.
Como ler sem saber ler
Ingredientes:
- 29 encontros;
- 1 Professora (Sônia);
- 18 Alunas;
- 1 Contrato didático;
- 1 Caderno de registro;
- Vários Textos;
- Vários Programas de vídeo;
- Rede de ideias;
- Vários lanches.
Preparo:
- Participar de todos os encontros;
- Procurar não se atrasar para que não haja interrupções durante a aula;
- Participar da construção do caderno de registro;
- Compreender o contrato didático contribuindo com a sua prática durante os encontros;
- Participar ativamente da rede de ideias procurando esclarecer dúvidas que vão surgindo no dia-a-dia da prática escolar;
- Assimilar as informações adquiridas a cada encontro para então formar o seu próprio conhecimento a respeito do ensino e aprendizagem, relacionado principalmente a aquisição do processo de escrita e leitura da criança.
Recheio:
Para que esta receita tenha sucesso é preciso antes de qualquer coisa aproveitar esse momento em que estamos tendo a oportunidade de viver neste curso, para refletir sobre o processo que o nosso aluno passa durante as nossas aulas. Nós como professores/alfabetizadores estamos aqui como alunos e como nos falou a amiga Sônia, estamos sempre sendo alfabetizados, num outro patamar, mas estamos sempre aprendendo. Então, vemos como é difícil até para nós que já temos “um certo” conhecimento do processo de ensino e aprendizagem construirmos o nosso próprio conhecimento. No nosso 9º encontro estamos na fase do curso onde aprofundamos o conhecimento sobre o processo de leitura das crianças. Então, escrevemos e lemos uma definição do que é ler, e, após várias definições elaboradas pelas alunas, vimos que “ler é muito mais do que decodificar, porém a leitura passa pela decodificação” (palavras da professora Sônia). Uma questão pertinente foi feita pela professora, não para ser respondida, mas para ser refletida por cada uma de nós. A questão foi: A criança aprende mais com a televisão ou com a escola? E, como vivemos no momento em que as crianças têm fácil acesso aos objetos tecnológicos, é uma questão que realmente precisa ser refletida antes de ser respondida.
Modo a ser servido:
Na atividade “Ler para aprender” vimos a importância de a aula estar bem planejada, e, que nesse momento o professor pense nas possibilidades de criar e recriar diferentes tipos de situações de ensino e aprendizagem. Não esquecer que a criança usa estratégias antecipatórias para fazer a leitura, assim então, proporcionar atividades com textos que elas já conheçam, será facilitador e não frustrante para criança. Sendo assim, as atividades devem ser pensadas e desenvolvidas tendo como objetivo o favorecimento à reflexão dos alunos sobre o sistema de escrita alfabética por meio da leitura. Ao professor cabe lembrar que todas as crianças que chegam à escola, seja qual for à camada social a que pertençam, viveram experiências diferentes, algumas já adquiriram formal ou informalmente competências próximas das escolares e outras possuem conhecimentos e capacidades bem diversas daquelas que lhes são exigidas na escola. Porém, nenhuma é uma folha de papel em branco em que o professor vai poder escrever seus próprios conceitos, ainda mais se forem sem embasamento teórico.
- 29 encontros;
- 1 Professora (Sônia);
- 18 Alunas;
- 1 Contrato didático;
- 1 Caderno de registro;
- Vários Textos;
- Vários Programas de vídeo;
- Rede de ideias;
- Vários lanches.
Preparo:
- Participar de todos os encontros;
- Procurar não se atrasar para que não haja interrupções durante a aula;
- Participar da construção do caderno de registro;
- Compreender o contrato didático contribuindo com a sua prática durante os encontros;
- Participar ativamente da rede de ideias procurando esclarecer dúvidas que vão surgindo no dia-a-dia da prática escolar;
- Assimilar as informações adquiridas a cada encontro para então formar o seu próprio conhecimento a respeito do ensino e aprendizagem, relacionado principalmente a aquisição do processo de escrita e leitura da criança.
Recheio:
Para que esta receita tenha sucesso é preciso antes de qualquer coisa aproveitar esse momento em que estamos tendo a oportunidade de viver neste curso, para refletir sobre o processo que o nosso aluno passa durante as nossas aulas. Nós como professores/alfabetizadores estamos aqui como alunos e como nos falou a amiga Sônia, estamos sempre sendo alfabetizados, num outro patamar, mas estamos sempre aprendendo. Então, vemos como é difícil até para nós que já temos “um certo” conhecimento do processo de ensino e aprendizagem construirmos o nosso próprio conhecimento. No nosso 9º encontro estamos na fase do curso onde aprofundamos o conhecimento sobre o processo de leitura das crianças. Então, escrevemos e lemos uma definição do que é ler, e, após várias definições elaboradas pelas alunas, vimos que “ler é muito mais do que decodificar, porém a leitura passa pela decodificação” (palavras da professora Sônia). Uma questão pertinente foi feita pela professora, não para ser respondida, mas para ser refletida por cada uma de nós. A questão foi: A criança aprende mais com a televisão ou com a escola? E, como vivemos no momento em que as crianças têm fácil acesso aos objetos tecnológicos, é uma questão que realmente precisa ser refletida antes de ser respondida.
Modo a ser servido:
Na atividade “Ler para aprender” vimos a importância de a aula estar bem planejada, e, que nesse momento o professor pense nas possibilidades de criar e recriar diferentes tipos de situações de ensino e aprendizagem. Não esquecer que a criança usa estratégias antecipatórias para fazer a leitura, assim então, proporcionar atividades com textos que elas já conheçam, será facilitador e não frustrante para criança. Sendo assim, as atividades devem ser pensadas e desenvolvidas tendo como objetivo o favorecimento à reflexão dos alunos sobre o sistema de escrita alfabética por meio da leitura. Ao professor cabe lembrar que todas as crianças que chegam à escola, seja qual for à camada social a que pertençam, viveram experiências diferentes, algumas já adquiriram formal ou informalmente competências próximas das escolares e outras possuem conhecimentos e capacidades bem diversas daquelas que lhes são exigidas na escola. Porém, nenhuma é uma folha de papel em branco em que o professor vai poder escrever seus próprios conceitos, ainda mais se forem sem embasamento teórico.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Pergunta vencendora em um congresso sobre vida sustentável
Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável."Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?" Passe adiante! Precisamos começar JÁ!
Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Caderno de Registro - 7º Encontro - 01.06.2009
7º Capítulo
Era uma vez uma professorinha muito dedicada e com um grande sonho, desenvolver novas competências profissionais nos professores que com ela trabalham.
Então de repente, ela concretiza o seu sonho e mais uma vez seu projeto de formação continuada aos professores tem início.
Como de costume, nas segundas -feiras realiza mais um encontro, chegando mais cedo que as seguidoras; organiza a sala, separa os textos, prepara o vídeo que apresentará e recebe gentilmente as colegas seguidoras.
Nesta noite, como em todas as outras, as seguidoras , como rotina, chegaram, pegaram o crachá e a pauta do dia. De repente a professorinha olha no relógio, são 18 horas.
Antes de começar os trabalhos, Sonia Cristina se propõe a trazer um delicioso bolo de cenoura para o lanche do próximo encontro, todas se alegraram; então a professorinha começa a leitura da pauta e da leitura compartilhada cujo texto foi “Criando um indivíduo para o mundo” (que por sinal já está no blog) e vale a pena reler, pois a reflexão é profunda e mostra a importância do papel do educador na formação dos jovens, o que fez todas pensarem muito no cotidiano dentro de sala de aula como professora, pois faz com que reflitam que muitas vezes a escola tem formado pessoas despreparadas para o mundo real.
Percebe-se a integração e a harmonia das seguidoras.
E por falar em reler, percebemos que esta é uma das estratégias da formação continuada. Estamos sempre relendo textos de encontros passados o que ajuda muito na compreensão dos conteúdos.
Passado o momento da leitura compartilhada ela deu a palavra para as suas seguidoras Patrícia e Cristiane, do MLB, para a leitura do Registro nº6 que fizeram com muita criatividade, em forma de diário. A professorinha demonstra alegria com a leitura do diário. Ela deve ter pensado: “minhas seguidoras estão colocando a imaginação em ação”
Ah! mas antes disso, duas seguidoras conhecidas de longa data, se entreolharam e falaram quase que na mesma hora: vamos fazer o próximo registro? O mais interessante que as duas haviam pensado escreverem no mesmo gênero; contando história.
Em certo momento da pauta foi retomado o contrato didático reforçando a necessidade da freqüência na formação, pois proporciona segurança na atuação pedagógica. Ela disse para o grupo que encaminhou e-mail para uma seguidora que estava faltando muito, enfatizando a importância da freqüência. Todas escutaram atentas.
No instante seguinte, a professorinha falou das tarefas semanais, sua importância e relembrou que as mesmas devem ser enviadas sempre por e-mail; foram sanadas algumas dúvidas em relação as hipóteses de escrita pré-silábica e comentaram o quanto o memorial mexeu com a afetividade e o emocional das seguidoras.
Mais que de repente, as seguidoras assistiram ao vídeo: Escrever para aprender, que inclusive é o tema deste encontro, opa, deste conto.
O documentário mostrou situações reais de ensino com cenas de crianças e adultos construindo a escrita. Todas puderam observar alguns itens relevantes: sempre devemos levar a criança a pensar; as atividades para alfabetizar deve fazer a criança pensar, refletir e raciocinar.
A professorinha divide a turma em grupo, por segmento e então passa a tarefa da semana.
Assim chega ao fim mais um capítulo desta história que durará muitas segundas-feiras.
"Ninguém é tão pequenoque não possa ensinar e nem tão grande que não tenha o que aprender."
Contribuição das seguidoras :
Profª Valéria Storti - Colégio Oswaldo Tognini
Psicóloga Claudia Aquino - FUNLEC
Era uma vez uma professorinha muito dedicada e com um grande sonho, desenvolver novas competências profissionais nos professores que com ela trabalham.
Então de repente, ela concretiza o seu sonho e mais uma vez seu projeto de formação continuada aos professores tem início.
Como de costume, nas segundas -feiras realiza mais um encontro, chegando mais cedo que as seguidoras; organiza a sala, separa os textos, prepara o vídeo que apresentará e recebe gentilmente as colegas seguidoras.
Nesta noite, como em todas as outras, as seguidoras , como rotina, chegaram, pegaram o crachá e a pauta do dia. De repente a professorinha olha no relógio, são 18 horas.
Antes de começar os trabalhos, Sonia Cristina se propõe a trazer um delicioso bolo de cenoura para o lanche do próximo encontro, todas se alegraram; então a professorinha começa a leitura da pauta e da leitura compartilhada cujo texto foi “Criando um indivíduo para o mundo” (que por sinal já está no blog) e vale a pena reler, pois a reflexão é profunda e mostra a importância do papel do educador na formação dos jovens, o que fez todas pensarem muito no cotidiano dentro de sala de aula como professora, pois faz com que reflitam que muitas vezes a escola tem formado pessoas despreparadas para o mundo real.
Percebe-se a integração e a harmonia das seguidoras.
E por falar em reler, percebemos que esta é uma das estratégias da formação continuada. Estamos sempre relendo textos de encontros passados o que ajuda muito na compreensão dos conteúdos.
Passado o momento da leitura compartilhada ela deu a palavra para as suas seguidoras Patrícia e Cristiane, do MLB, para a leitura do Registro nº6 que fizeram com muita criatividade, em forma de diário. A professorinha demonstra alegria com a leitura do diário. Ela deve ter pensado: “minhas seguidoras estão colocando a imaginação em ação”
Ah! mas antes disso, duas seguidoras conhecidas de longa data, se entreolharam e falaram quase que na mesma hora: vamos fazer o próximo registro? O mais interessante que as duas haviam pensado escreverem no mesmo gênero; contando história.
Em certo momento da pauta foi retomado o contrato didático reforçando a necessidade da freqüência na formação, pois proporciona segurança na atuação pedagógica. Ela disse para o grupo que encaminhou e-mail para uma seguidora que estava faltando muito, enfatizando a importância da freqüência. Todas escutaram atentas.
No instante seguinte, a professorinha falou das tarefas semanais, sua importância e relembrou que as mesmas devem ser enviadas sempre por e-mail; foram sanadas algumas dúvidas em relação as hipóteses de escrita pré-silábica e comentaram o quanto o memorial mexeu com a afetividade e o emocional das seguidoras.
Mais que de repente, as seguidoras assistiram ao vídeo: Escrever para aprender, que inclusive é o tema deste encontro, opa, deste conto.
O documentário mostrou situações reais de ensino com cenas de crianças e adultos construindo a escrita. Todas puderam observar alguns itens relevantes: sempre devemos levar a criança a pensar; as atividades para alfabetizar deve fazer a criança pensar, refletir e raciocinar.
A professorinha divide a turma em grupo, por segmento e então passa a tarefa da semana.
Assim chega ao fim mais um capítulo desta história que durará muitas segundas-feiras.
"Ninguém é tão pequenoque não possa ensinar e nem tão grande que não tenha o que aprender."
Contribuição das seguidoras :
Profª Valéria Storti - Colégio Oswaldo Tognini
Psicóloga Claudia Aquino - FUNLEC
Caderno de Registro - 4º encontro
RELATÓRIO REFERENTE AO 4º ENCONTRO
Mais uma aula se inicia e com ela grandes expectativas, pois a cada encontro trocamos e dividimos saberes.
Na aula passada nossa colega Aline leu seu registro minuciosamente e logo ouvimos a leitura compartilhada “Dias de Chuva”. Dona Sônia releu o contrato didático onde acrescentamos o item: perguntar sempre que tiver dúvidas; a seguir dividimos em grupos para listarmos questões consideradas difíceis, pois ao dar continuidade ao filme sobre a “construção da escrita” iríamos discutir e saná-las.
Ao assistir o filme observamos que a professora faz interferências, indagando os alunos. Alunos esses que ora diz que não faltam letras para ser colocada e ora percebem e controlam a quantidade de letras.
Ficou claro ao observar que Arthur, entre a leitura e a escrita tenta uma acomodação, ajustando à escrita a imagem.
Na leitura de frase, Henrique preocupa-se com quais letras e não quantas demonstrando pensativo ao se deparar com as palavras diferentes ao seu escrever.
Já Jéferson, ao ler, ajusta a fala com a escrita.
Podemos observar claramente o progresso do aluno Denis entre os meses de Abril e Junho, pois ao escrever percebe a letra que falta, utilizando o sistema alfabético, porém na ortografia ele leva um pouco mais de tempo. Concluímos que Denis entrou quase alfabético na escola e que para se alfabetizar é preciso pensar, refletir, ter erros construtivos para a construção da escrita.
Enfim, os processos de ensino e aprendizagem são processos diferentes onde devemos analisar a qualidade de nossas propostas de ensino.
Professoras: Rita de Cássia Muller e Cristiane - Colégio RSM
Mais uma aula se inicia e com ela grandes expectativas, pois a cada encontro trocamos e dividimos saberes.
Na aula passada nossa colega Aline leu seu registro minuciosamente e logo ouvimos a leitura compartilhada “Dias de Chuva”. Dona Sônia releu o contrato didático onde acrescentamos o item: perguntar sempre que tiver dúvidas; a seguir dividimos em grupos para listarmos questões consideradas difíceis, pois ao dar continuidade ao filme sobre a “construção da escrita” iríamos discutir e saná-las.
Ao assistir o filme observamos que a professora faz interferências, indagando os alunos. Alunos esses que ora diz que não faltam letras para ser colocada e ora percebem e controlam a quantidade de letras.
Ficou claro ao observar que Arthur, entre a leitura e a escrita tenta uma acomodação, ajustando à escrita a imagem.
Na leitura de frase, Henrique preocupa-se com quais letras e não quantas demonstrando pensativo ao se deparar com as palavras diferentes ao seu escrever.
Já Jéferson, ao ler, ajusta a fala com a escrita.
Podemos observar claramente o progresso do aluno Denis entre os meses de Abril e Junho, pois ao escrever percebe a letra que falta, utilizando o sistema alfabético, porém na ortografia ele leva um pouco mais de tempo. Concluímos que Denis entrou quase alfabético na escola e que para se alfabetizar é preciso pensar, refletir, ter erros construtivos para a construção da escrita.
Enfim, os processos de ensino e aprendizagem são processos diferentes onde devemos analisar a qualidade de nossas propostas de ensino.
Professoras: Rita de Cássia Muller e Cristiane - Colégio RSM
Assinar:
Postagens (Atom)